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Running VS Science

O objetivo deste projeto é incentivar o início ou a progressão neste desporto fantásico que é o Running, e ensinar através da ciência várias questões relacionadas com o mesmo :)

Running VS Science

O objetivo deste projeto é incentivar o início ou a progressão neste desporto fantásico que é o Running, e ensinar através da ciência várias questões relacionadas com o mesmo :)

12
Out16

#CasosReais - Gabriela Veiga

Nádia Santos

 

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Paixão é o que move a nossa convidada desta semana... É a paixão que faz o tempo e não o tempo que faz a paixão :) Após ter superado as suas duas primeiras meias-maratonas e ter alcançado metas fantásticas, a Gabriela é o nosso #CasosReais desta semana!

Atleta do Running Espinho, salienta a importância deste grupo na sua fantástica evolução! 

Espreita já a história da nossa atleta e das suas fantásticas conquistas e da sua força de vontade enorme! 

 

QUANDO COMEÇASTE A CORRER? O QUE TE MOTIVOU?

Eu comecei por fazer pequenas corridas de 4 a 5 kms em 2013, corridas que ocorriam 2 a 3 vezes por semana, com a finalidade de fazer algum exercício e em que o tempo nem sequer era considerado. Após uma pequena pausa, retomei em 2014 basicamente no mesmo registo. A corrida de Espinho e a S. Silvestre do Porto foram as minhas primeiras provas de 10km ainda nesse ano. Com o início do Running Espinho aí comecei a fazer treinos regulares e a ambicionar melhorar a minha performance, quer quanto à distância percorrida quer aos tempos da mesma.

 

JÁ TINHAS PRATICADO ALGUM DESPORTO ANTERIORMENTE?

Fazia ginásio, mas nunca com a mesma motivação.

 

O QUE FOI MAIS DIÍFICIL AQUANDO A INICIAÇÃO NA CORRIDA?

Sem dúvida controlar a respiração, que continua a ser uma debilidade, tenho que tentar manter sempre alguma concentração para a controlar e conseguir aplicar alguma técnica.

 

COMO SÃO OS TEUS TREINOS SEMANAIS?

Não tenho nenhum plano instituído, tento fazer 2 a 3 treinos semanais, se possível com variação de distância e ultimamente tento incorporar um treino de séries semanal.

 

TENS ALGUM HISTORIAL DE LESÃO? SE SIM QUAL?

Já tive uma tendinite, supostamente provocada por uma mudança de sapatilhas.

 

O QUE SIGNIFICA O RUNNING PARA TI?

Sempre vi o running como forma de praticar desporto mas que simultaneamente me permitia fazer algo que me dava prazer, que gradualmente me provocava uma vontade de me superar e fazer cada vez mais e melhor. Aliado a isso, a possibilidade de fazer desporto acompanhada e em que ia fomentando novas amizades.

 

ÉS ATLETA DO RUNNING ESPINHO... DE QUE FORMA É QUE ESTE GRUPO INFLUENCIOU AS TUAS CONQUISTAS E AS TUAS EVOLUÇÕES?

Sem dúvida que toda a minha evolução está diretamente ligada a este grupo, organização e atletas. Toda a minha postura, foco e motivação mudaram com a formação do grupo.

 

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 (Gabriela vestindo a t-shirt do Running Espinho)

 

QUEM SÃO AS TUAS MAIORES INFLUÊNCIAS E APOIANTES?

Como disse anteriormente existe a postura antes do Running

Espinho e depois do Running Espinho. Como influências e apoiantes são todo o grupo, desde a organização, a atletas, pessoas que entraram na minha vida, que exerceram um papel crucial, que se tornaram amigas e que são a minha maior fonte de motivação. Tive e tenho o privilégio de estar rodeada de pessoas que me ensinam, me orientam e que partilham comigo a alegria de cada nova conquista minha. Existem enormes exemplos de evolução e superação no RE.

 

RECENTEMENTE, CORRESTE AS TUAS DUAS PRIMEIRAS MEIAS-MARATONAS, NO PORTO E LISBOA... COMO FOI CHEGAR ATÉ AQUI? MUITO DÍFICIL?

Foi um percurso de certa forma natural, até ao momento de preparação dessas provas fazia corridas em que as distâncias variavam entre os 10 ou 13 km, mas para mim começava a fazer sentido fazer uma meia maratona.

 

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(Gabriela, na meia-maratona do Porto, a sua primeira!)

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 (Gabriela, na meia-maratona do Lisboa, a sua segunda!)

 

COMO FORAM OS TEUS TREINOS E RESPETIVA RECUPERAÇÃO PARA TAIS PROVAS?

Os meus únicos treinos de preparação foram os organizados pelo RE aos domingos de manhã, começamos com treinos de 15 km e um último de 18km. Foi também nesta fase de preparação que comecei a fazer uns treinos de séries. Em termos de recuperação foi apenas o cuidado de na semana seguinte à prova não efetuar nenhum treino longo.

 

UMA MEIA-MARATONA É UM FEITO ENORME! QUAL FOI A SENSAÇÃO AO ATINGIR A META DE CADA UMA DESTAS DUAS PROVAS?

No Porto apesar de me ter divertido durante todo o percurso, fui sempre muito bem acompanhada e a sentir o ambiente fantástico da prova, terminei já em esforço, ia com uma enorme vontade de passar a meta a festejar e não o consegui fazer, só comecei a assimilar tudo uns minutos após e aí sim a alegria foi imensa e eu e o Ricardo Viseu brindamos para festejar essa conquista. Em Lisboa a prova correu melhor, também já estava com outra preparação e consegui disfrutar e terminar a festejar. Foi fundamental o apoio do Vitor Rito, que me acompanhou durante todo o percurso e que me manteve focada na gestão do esforço. Ambas as provas têm um ambiente fantástico, percursos com uma paisagem lindíssima pelo que será muito bom quando as repetir.

 

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(Gabriela com Ricardo Viseu na Meia-Maratona do Porto e com Vitor Rito na meia-maratona de Lisboa, respetivamente da esquerda para a direita)

 

FALASTE QUE GOSTAS DE COLOCAR OBJETIVOS A TI PRÓPRIA MAS QUE NÃO ÉS VICIADA EM TEMPOS... FALA-NOS UM POUCO ACERCA DISSO.

Eu corro por puro prazer e para mim só faz sentido se assim for. Evidentemente que quero superar-me, que fico desiludida quando o resultado é aquém daquele a que me propus, no entanto não sou obcecada e quero continuar com esta postura.

 

E QUAIS OS OBJETIVOS E METAS FUTURAS NO MUNDO DA CORRIDA?

Continuar a correr pelo prazer que isso me dá. Em termos de provas tenho programado fazer a meia maratona de Viana do Castelo em Janeiro de 2017 e uma vontade enorme de fazer uma meia maratona no estrangeiro.

#estamosjuntos #vaituconsegues #runningespinhogirls

 

 

#CasosReais – Nádia Santos – Entrevista a Gabriela Veiga – Se ela consegue, tu também consegues!